Em 1983 ocorria a morte precoce do combativo Edison Bastos Gasparini, que tombava aos 49 anos de idade, no exercício do cargo de prefeito de Bauru. Botucatuense de nascimento e bauruense por adoção construíra uma invejável carreira política, calcada na coerência e na defesa intransigente dos oprimidos de nossa cidade, durante os vinte e dois anos que exerceu o mandato de vereador. Defesa do consumidor e do povo da periferia foram suas bandeiras que tremularam com constância em seus mandatos, ocasionando com isso o rancor e porque não dizer o ódio dos detentores do poder político e econômico, que não mediram esforços para tentar encerrar prematuramente sua carreira política quando da eclosão do Golpe Militar de 1º de Abril de 1964. Cassaram arbitrariamente seu mandato, buscaram incansavelmente seu refúgio para coloca-lo na cadeia, invadiram fortemente armados sua residência, ocasionando perdas irreparáveis para sua família e a pior delas, indiscutivelmente, a perda de um filho, ante a interrupção da gravidez de dona Darcy. Retomou seu mandato na justiça e continuou em sua árdua defesa do proletariado. Ao contrário de muitos jamais fez política por necessidade econômica e sim, por ideal e convicção ideológica.
Em 1982, obteve nas urnas o reconhecimento popular, sendo eleito Prefeito Municipal de Bauru, com o decisivo apoio dos oprimidos a quem sempre defendeu e por uma fatalidade do destino, ante ao surgimento de insidiosa doença que o levou a morte, não conseguiu colocar em prática os projetos que tinha em mente para implantar em benefício da população carente de nossa cidade.
Até nestas horas sua sapiência se fazia presente e havia escolhido como seu companheiro de chapa, o então jovem professor Tuga Angerami, que ao assumir a Prefeitura colocou em prática os projetos de seu verdadeiro e único padrinho político, muito embora alguns oportunistas históricos teimem em dizer que não.
Decorridos 21 anos de sua morte, o seu discípulo político retorna a Prefeitura Municipal com o forte desejo de implantar os melhoramentos básicos que a periferia de nossa cidade clama. E de nada adiantaram os falsos profetas ameaçarem com o inferno os eleitores que neles não votassem. O povo da nossa periferia mostrou que não quer uma Bauru muda, sem voz e resolveu apostar suas fichas naquele que reconhecidamente foi o prefeito da periferia bauruense.
De minha parte fico contente e satisfeito com a imparcialidade divina que demonstrou de forma inequívoca que ateu também é filho de Deus, mesmo que com isso não concordem alguns que usam, talvez indevidamente, seu nome.
Antonio Pedroso Júnior
chineloneles@hotmail.com
P.S. Quando escrevemos o texto acima, o Tuga Angerami era o depositário da confiança do povo de Bauru, tendo sido eleito prefeito com votação esmagadora. Acabou por realizar uma administração pífia, sem concretizar nenhum avanço, principalmente na área social. Terminou a administração com altíssimo índice de rejeição e hoje, encontra-se no ostracismo político, de onde nunca deveria ter saído.
Em 1982, obteve nas urnas o reconhecimento popular, sendo eleito Prefeito Municipal de Bauru, com o decisivo apoio dos oprimidos a quem sempre defendeu e por uma fatalidade do destino, ante ao surgimento de insidiosa doença que o levou a morte, não conseguiu colocar em prática os projetos que tinha em mente para implantar em benefício da população carente de nossa cidade.
Até nestas horas sua sapiência se fazia presente e havia escolhido como seu companheiro de chapa, o então jovem professor Tuga Angerami, que ao assumir a Prefeitura colocou em prática os projetos de seu verdadeiro e único padrinho político, muito embora alguns oportunistas históricos teimem em dizer que não.
Decorridos 21 anos de sua morte, o seu discípulo político retorna a Prefeitura Municipal com o forte desejo de implantar os melhoramentos básicos que a periferia de nossa cidade clama. E de nada adiantaram os falsos profetas ameaçarem com o inferno os eleitores que neles não votassem. O povo da nossa periferia mostrou que não quer uma Bauru muda, sem voz e resolveu apostar suas fichas naquele que reconhecidamente foi o prefeito da periferia bauruense.
De minha parte fico contente e satisfeito com a imparcialidade divina que demonstrou de forma inequívoca que ateu também é filho de Deus, mesmo que com isso não concordem alguns que usam, talvez indevidamente, seu nome.
Antonio Pedroso Júnior
chineloneles@hotmail.com
P.S. Quando escrevemos o texto acima, o Tuga Angerami era o depositário da confiança do povo de Bauru, tendo sido eleito prefeito com votação esmagadora. Acabou por realizar uma administração pífia, sem concretizar nenhum avanço, principalmente na área social. Terminou a administração com altíssimo índice de rejeição e hoje, encontra-se no ostracismo político, de onde nunca deveria ter saído.
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